Direito Marítimo · Carga de Projeto

Carga break bulk não cabe em contêiner — e o risco também é de outra escala.

Equipamentos, estruturas e carga de projeto viajam soltos, içados por guindaste e peados no porão ou no convés do navio. Cada içamento, estiva e descarga é um ponto de risco — e a carga de convés ainda enfrenta a exposição ao tempo e ao mar. Defendemos quem embarca e movimenta carga break bulk nas disputas de avaria, falta e responsabilidade.

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Falar com o escritório

Vistoria e prova do dano

Estruturamos a vistoria, o laudo e o protesto que sustentam a reclamação de avaria ou falta na carga de projeto.

Responsabilização de quem causou

Atribuímos o dano a quem o causou — estivador, transportador ou terminal — dentro dos limites do contrato e da lei.

Defesa do transportador e do agente

Do outro lado, sustentamos os limites de responsabilidade na movimentação de carga não conteinerizada.

Contratos de transporte de projeto

Revisamos e redigimos os contratos que distribuem risco e responsabilidade na operação break bulk.

Quando procurar o escritório

Sinais de que você precisa de apoio

Avaria de manuseio

Dano no içamento, na movimentação ou na descarga de equipamentos e estruturas de alto valor.

Estiva e peação mal feitas

Carga que se desloca no porão ou no convés por amarração inadequada e chega avariada.

Falta e avaria sem ressalva

Divergência de quantidade ou dano que chega sem a vistoria e o protesto feitos a tempo.

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Conteúdo sobre break bulk & projeto

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Dúvidas frequentes

Break Bulk & Projeto: perguntas que mais ouvimos

O que é carga break bulk?
É a carga transportada solta, fora de contêiner — máquinas, estruturas, equipamentos e carga de projeto —, içada por guindaste e peada no porão ou no convés do navio. Por ser não padronizada e de alto valor, tem riscos de manuseio próprios.
Onde costuma ocorrer a avaria em carga de projeto?
Na maior parte das vezes no manuseio: içamento, movimentação, estiva e descarga. Por isso a vistoria no momento certo e o laudo técnico são decisivos — é neles que a prova do dano e da sua causa se constrói.
E a carga transportada no convés (on deck)?
Boa parte da carga de projeto viaja no convés, exposta a maré, água salgada e intempérie. Quando o conhecimento traz a cláusula "on deck", o transportador costuma alegar que o risco corre por conta do embarcador — mas isso não é automático: depende do que foi acordado, da necessidade técnica do embarque no convés e da prova de boa estiva e peação.
Quem responde por dano em carga não conteinerizada?
Depende de onde o dano ocorreu e de quem o causou — estivador, transportador ou terminal — e dos limites do contrato de transporte. A vistoria e o protesto feitos a tempo definem boa parte da discussão.
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